Divina Misericórdia 127

14 02 2015

Divina Misericórdia 127

Caro devoto de Jesus Misericordioso, como é bom que a Igreja tem muitos santos! Uma árvore boa produz bons frutos. E temos a boa notícia que o Papa vai canonizar novos santos. Isto foi anunciado quando o Papa empossou os novos cardeais, agora no dia 14 de fevereiro de 2015.

Em seu primeiro ato oficial como cardeais, os novos membros do colégio cardinalício junto com seus irmãos cardeais, atestaram o seu apoio para o Papa Francisco para prosseguir com a canonização de três mulheres:

– Beata Jeanne Emilie De Villeneuve, a francesa fundadora da Congregação das Irmãs da Imaculada Conceição.

– Bem-aventurada Maria Alfonsina Danil Ghattas,  fundadora das Irmãs Dominicanas do Rosário de Jerusalém, a primeira ordem religiosa palestina.

– Bem-aventurada Mariam Baouardy, membro Melquita Católica das Carmelitas Descalças. Ela nasceu em 1846 em Ibillin, na região da Galiléia que hoje é Israel, e morreu em Belém em 1878.

O Papa anunciou que a cerimônia de canonização será realizada a 17 de maio e vai incluir também a canonização da Beata italiana Maria Cristina Brando, fundadora das Irmãs oblação do Santíssimo Sacramento.

Diga ao ler esta reflexão: Divina Misericórdia eu me consagro a Vós.

Pe. Macedo da Divina Misericórdia





Divina Misericórdia 126

7 02 2015

Divina Misericórdia 126

Caro devoto de Jesus Misericordioso, a verdadeira felicidade está em Deus. Por mais que o coração do homem busque a felicidade, sempre encontra falha e vazio; daí S. Agostinho dizer: o coração do homem está inquieto enquanto não repousa em Deus.  As pessoas que vivem segundo os valores desse mundo colocam a sua felicidade nas coisas do mundo. Contudo, estas não lhes podem trazer a felicidade completa ou esperada, havendo logo a decepção e a consciência de que nada pode encher o coração humano, que tem sede do infinito, senão Deus. Somente quem coloca a sua felicidade nos valores eternos encontra em Deus a sua plena satisfação. Daí a procura por Deus em todas as civilizações. Na vida dos santos vemos exatamente isto, a procura de Deus e só a partir da fé e da entrega a Deus a quietude de suas almas.

Diga ao ler esta reflexão: Divina Misericórdia eu me consagro a Vós.

Pe. Macedo da Divina Misericórdia





Divina Misericórdia 125

6 02 2015

                                        Divina Misericórdia 125

  Caro devoto de Jesus Misericordioso,  comemoramos hoje São Paulo Miki e seus companheiros mártires. São japoneses! Foi através do trabalho evangelizador de São Francisco Xavier que o Japão tomou conhecimento do cristianismo, de 1549 a 1551. A semente frutificou e, apenas algumas décadas depois, já havia pelo menos trezentos mil cristãos no Japão! Mas se a catequese obteve êxito não foi somente pelo árduo, sério e respeitoso trabalho dos jesuítas em solo japonês. Foi também graças à coragem dos catequistas locais, como Paulo Miki e seus jovens companheiros.
Miki nasceu em 1564, era filho de pais ricos e foi educado no colégio jesuíta em Anziquiama, no Japão. Tornou-se também  jesuíta e um eloquente pregador. Porém, não pôde ser ordenado sacerdote no tempo correto porque não havia um bispo na região de Fusai. Mas isso não impediu que Paulo Miki continuasse sua pregação. Posteriormente tornou-se o primeiro sacerdote jesuíta em sua pátria, conquistando inúmeras conversões com humildade e paciência.
O imperador era simpatizante do catolicismo mas, de uma hora para outra, se tornou seu opositor feroz. Por motivos da política do tempo o Japão rompeu com a Espanha em particular e com o Ocidente em geral, motivando uma perseguição contra todos os cristãos.
Os católicos foram expulsos do país, mas muitos resistiram e ficaram. Paulo Miki e seus companheiros, 26, sofreram terríveis humilhações e torturas públicas. Levados em cortejo de Meaco a Nagasaki foram alvo de violência e zombaria pelas ruas e estradas, enquanto seguiam para o local onde seria executada a pena de morte por crucificação! Alguns dos companheiros de Paulo Miki eram muito jovens, adolescentes ainda, mas enfrentaram a pena de morte com a mesma coragem do líder. Tomás Cozaki tinha, por exemplo, catorze anos; Antônio, treze anos e Luis Ibaraki tinha só onze anos de idade.
Paulo Miki e seus companheiros foram canonizados pelo Papa Pio IX, em 1862.  A Igreja católica sobreviveu com muitas dificuldades e só mais tarde veio a se recompor.  O sangue dos mártires não foi em vão. Deus é admirável em seus santos!!!

Diga ao ler esta reflexão: Divina Misericórdia eu me consagro a Vós.

Pe. Macedo da Divina Misericórdia





Homenagem à Divina Misericórdia no convento redentorista de Cel. Fabriciano MG.

5 02 2015

Homenagem á Divina Misericórdia em Cel. Fabriciano MG.





Divina Misericórdia 124

5 02 2015

Divina Misericórdia 124

Caro devoto de Jesus Misericordioso, ao seguirmos Jesus Misericordioso nós o colocamos acima de tudo, até mesmo de nós. Pois ele merece o nosso amor como bem supremo. Isto faz com que nos dediquemos ao próximo, pois o amor a Deus é inseparável do amor ao próximo. Assim a dedicação a levar o evangelho aos outros, a caridade para com aqueles que precisam de ajuda são características do nosso amor para com Deus.

Nós fomos enviados por Jesus para realizar essa missão. O Papa constantemente tem nos alertado para a verdadeira caridade e não apenas uma caridade fictícia ou de fachada. A caridade começa em casa e vai se alastrando por todos os ambientes em que podemos atuar.

Diga ao ler esta reflexão: Divina Misericórdia eu me consagro a Vós.

Pe. Macedo da Divina Misericórdia





XVª Estação da Via Sacra da Misericórdia.

4 02 2015

XV Estação.  Jesus ressuscita.

Leitor 1.

O sumo sacerdote havia dito a Pilatos: este impostor, quando vivo, disse que  ressuscitaria ao terceiro dia após sua morte. Manda, pois, soldados para guardar  o túmulo, para que não aconteça que os discípulos roubem o corpo e digam que ele ressuscitou. Pilatos permitiu. E foram soldados montar guarda a fim de guardar o sepulcro de Jesus. (Mt. 27, 62 – 66)

A vida venceu a morte! A vitória final foi de Jesus. Ele ressuscitou!

Leitor 2.

De manhã cedo Maria Madalena vai ao sepulcro e encontra-o vazio, a pedra removida. Os soldados já haviam fugido do local. Pergunta a um homem, pensando que fosse o jardineiro: se foste tu que o tiraste dize-me onde o colocaste. Jesus responde: Maria! (Jo. 20, 13 -16)

Oh! Mestre! Só então Maria Madalena o reconhece. Jesus começa então a aparecer aos apóstolos como bem sabemos pelo evangelho.

Não há como negar, são muitas as vezes que Jesus apareceu para confirmar seus discípulos na fé.

Ressuscitou! E a Igreja transborda de alegria. Tanto sofrimento não foi em vão! O grande sinal veio agora com a ressurreição.

Ó noite mil vezes bendita! Em que o nosso Salvador, vencendo a morte ressuscita glorioso!

Leitor 3.

Páscoa! Passagem da morte para a Vida. A nova Páscoa que não mais comemora a passagem do mar Vermelho pelo povo judeu, mas a Páscoa definitiva de Cristo da morte para a vida.

Ele vai preparar um lugar para nós no céu, para que nós também um dia possamos gozar da felicidade eterna no Paraíso. Realizam-se as profecias. O Bem teve a vitória final, não o mal e o pecado de Adão e de toda a humanidade.

Por um homem entrou no mundo o mal, o pecado e a morte. Por um homem, Jesus Cristo, o mal é vencido, a Vida Eterna nos é dada.

Divina Misericórdia, pérola de valor infinito, tende misericórdia de nós.

Diga ao ler esta reflexão: Divina Misericórdia eu me consagro a Vós.

Pe. Macedo da Divina Misericórdia





XIVª Estação da Via Sacra da Misericórdia.

3 02 2015

XIV Estação. Jesus é sepultado

Leitor 1.

Já é tarde, o dia seguinte, sábado, é de festa, é a Páscoa dos judeus. Urge enterrá-lo o quanto antes.

Mas onde? Deveria ser jogado aos abutres e sem sepultura como era costume para os criminosos condenados à cruz.

Um homem, José de Arimatéia, oferece o seu próprio túmulo que mandara fazer para si e onde ninguém ainda tinha sido sepultado. Pede licença a Pilatos e obtida a permissão, o corpo de Jesus é depositado no túmulo e rolam uma grande pedra à entrada do túmulo. (Jo. 19, 38 – 42)

Mais uma vez a recompensa de Jesus é tão grande que José de Arimatéia torna-se um nome imortal. Ele deu a Jesus o seu túmulo. E este sepulcro será o mais famoso de toda a História da humanidade. Milhões de pessoas visitam este Santo Sepulcro! É dali que vai brotar a Ressurreição de Cristo.

Leitor 2.

Tudo parece perdido. Jesus está enterrado. “Pensávamos que ele seria o Messias…” dirão os discípulos de Emaús. Contudo, alguém guarda no seu coração a fé na ressurreição de Jesus, Maria Santíssima.

Ela viu realizarem-se em si as palavras do velho profeta Simeão: Uma espada de dor transpassará a tua alma. Ora, a outra parte da profecia também será realizada: Este menino será grande, será chamado Filho do Altíssimo. E o seu Reino não terá fim. E diz o profeta exultando de alegria: Agora posso descansar em paz, porque os meus olhos já viram a salvação. (Lc. 2, 29 – 35)

Maria espera, crê nas palavras de Jesus, embora os discípulos, escandalizados com o martírio da cruz, nem se lembrem mais das palavras de Jesus: Ao terceiro dia ressuscitarei.

O sofrimento humano assumido por Cristo será também uma fonte de méritos, de participação no mistério da Redenção. Ele abriu para nós também a possibilidade de participarmos de sua cruz, com a nossa cruz.

O sofrimento não é mais sinal de maldição, de desprezo de Deus, a partir da cruz de Jesus o sofrimento pode ser redentor.

Ó infinita bondade e misericórdia de Deus que se digna abaixar-se a esta situação por nós. Quem por mais sofredor que seja, pode não ver nele alguém que sofreu ainda mais?

Leitor 3.

A cruz não é só reparação por nossos pecados. Só com ela Jesus poderia ser alguém em quem nos espelharmos. Aqui podemos incluir as grandes calamidades pelas quais passa a humanidade. Não terá sido menor a sua dor. Nem mesmo nos campos de concentração.

A Via Sacra era para Santo Afonso um exercício espiritual predileto para meditar sobre o mistério da Redenção.

Divina Misericórdia, que não deixa nada a desejar, tende misericórdia de nós.

Diga ao ler esta reflexão: Divina Misericórdia eu me consagro a Vós.

Pe. Macedo da Divina Misericórdia